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Porque é que a entrega ao domicilio é fundamental para a sobrevivência dos restaurantes

Porque é que a entrega ao domicílio é fundamental para a sobrevivência dos restaurantes?

A COVID-19 teve em pacto em todos nós, mas para uns foi mais forte que para outros. Todos os setores de atividade estão a viver as consequências de uma crise sanitária que está a levar a uma grave crise económica, mas para alguns negócios está a ser muito complicado ou quase impossível e sobreviver a esta situação.

Perante este paradigma, chegou a hora de se reinventar, de ser mais criativo e de apostar na tecnologia. Se alguma coisa aprendemos com esta pandemia é que não podemos ficar sentados à espera das consequências; temos que redefinir os modelos de negócio e a tecnologia é crucial para levar a cabo este objetivo.

O setor da restauração  é um claro exemplo da necessidade de redefinição do negócio para garantir a continuidade do mesmo. O delivery é algo que já existia há muitos anos; mas a COVID-19 fez disparar o número de locais que agora oferecem este serviço de entrega ao domicílio. Ou seja, já não estamos a falar de uma modalidade própria das cadeias de restaurantes, mas de um instinto de sobrevivência de locais mais pequenos, ou inclusivamente de estabelecimentos rurais, onde a entrega ao domicílio era impensável. Para isso estão a investir em embalagens mais avançadas e a mudar a sua forma de trabalhar, e alguns, inclusivamente, preocupam-se com a sua imagem e a informação que dão ao consumidor, algo que se tornou fundamental e que estamos a procurar cada vez mais.

É aqui que entra em jogo a correta etiquetagem dos alimentos, que não é algo exclusivo das cozinhas dos restaurantes, mas que se converteu em algo crucial para que um negócio de take away seja seguro, com uma imagem de marca imbatível que nos ajude a diferenciar da ampla variedade de ofertas que estão a começar a surgir neste âmbito de forma imparável.

Embora exista uma norma na Europa que obriga a informar o consumidor sobre os ingredientes e alérgenos que têm os pratos que vamos a consumir, trata-se de uma lei um pouco ambígua, uma vez que o que diz é que o restaurante tem que informar o consumidor de alguma forma ou que a informação tem que estar disponível se este solicitar. Ou seja, a única coisa que devem fazer estes locais é ter folhas que indiquem que há ‘informação sobre alérgenos à disposição do consumidor’. Pensemos por exemplo em alimentos comuns como as sandes que, muitas vezes, vêm preparadas de um fornecedor; os estabelecimentos que as vendem não têm a obrigação de as etiquetar no local.

Mas esse aumento do serviço de take away fez com que cada vez estejamos a ver mais casos de restaurantes que estão a etiquetar os pratos que preparam para entrega ao domicilio com etiquetas que imprimem nos próprios estabelecimentos ou que estão pré-impressas, e que incluem informação sobre os ingredientes, ressaltando os alérgenos de alguma maneira (em negrito, cursiva, etc.). Os restaurantes querem dar um passo mais, proporcionando informação detalhada sobre o nome do prato que se entrega ao  domicílio, quem o preparou, data em que foi preparado, validade, alérgenos, etc. E, verdade seja dita, quem é que não gosta de receber pratos de comida em casa tal como se estivessem a ser servidos num restaurante, com a mesma qualidade, a mesma temperatura, o mesmo formato e os mesmos ingredientes?

Todos os restaurantes devem adaptar o seu menu e procurar o melhor packaging para que o produto chegue em perfeitas condições a nossa casa e com toda a informação para que os consumidores estejam conscientes de quais são os ingredientes que foram utilizados e se contém algum tipo de alérgeno. Como? Com impressoras de etiquetas avançadas que permitam imprimir conforme necessário, e dentro do estabelecimento, etiquetas de qualidade profissional e sem nenhum tipo de erro e assim melhorar os processos de etiquetagem tanto na cozinha como no serviço de delivery.

A famosa frase de ‘reinventar-se ou morrer’ está agora mais patente que nunca e os negócios da restauração devem estar muito conscientes disso se quiserem sobreviver à COVID-10. O serviço de take away converteu-se numa enorme oportunidade para eles; mas se quiserem diferenciar-se da sua concorrência e aportar mais valor aos seus clientes, deverão investir em soluções tecnológicas que os ajudem a otimizar os seus processos de etiquetagem – tanto na cozinha como no serviço de entrega ao domicílio –, tornando-os mais seguros e muito mais eficazes.

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